Eu Gosto de JÓgos #125 – À Lua!

EGJ125

EEEEEEEu Goooooosto de JÓÓÓÓÓÓgos e de ir à lua! Collins Inimigo, Ilapso Aldrin, Senhor da Armstrongidade, Ogro Conrad e Bean Brooks embarcam numa viagem TO THE MOON! Se você não jogou, pode ouvir sem medo, mas PARE QUANDO OUVIR O ALERTA DE SPOILERS!!!

Queremos saber a sua opinião. Comente abaixo!
Dê o joinha no Facebook!
Grupo da galera no Facebook!
Siga o Twitter @baixofrentesoco!
Veja-nos (QUASE) diariamente no Twitch.tv!
Sugestões, críticas e POOORRRRRADARIAS para eugostodejogos@baixofrentesoco.com.
E, em breve, teremos o nosso YuYutube!

Download: Clique Aqui! (Duração: 135 minutos)

Ou ouça por aqui mesmo:

Play

Links Linkados!
Entrevista com Kan Gao, criador de To the Moon
Entrevista com família de uma menina com Asperger
Carly’s Cafe, site que simula a experiência da menina Carly, de 11 anos, que é autista.
One Chance, jogo no Newgrounds.
Passage, de Jason Rohrer.
Links enviados pelo John Matrix sobre Cloud Gaming! Link 1; Link 2; Link 3; Link 4.
Pop Game
Barão de Lanthier, que gravou conosco sobre jogos de tabuleiro, com sua identidade civil de Rafael Studart, com o Marcos Castro em seu vlog.

Você pode deixar um comentário, ou trackback do seu próprio site.

48 Comentários to “Eu Gosto de JÓgos #125 – À Lua!”

  1. Bigode Himura says:

    Poucas vezes na minha vida nas internets eu fui capaz de ser o primeiro a comentar em um post. Agora com um orgulho astronômico eu digo que sou o "PRIMEIRO A IR À LUA COM O BAIXO FRENTE SOCO".

    Caras, o To The Moon é um dos meus jogos favoritos! Agradeço muito pela realização desse episódio sobre essa estória fantástica.

    O mais irado é que eu cheguei a pedir para vocês fazerem um podcast sobre To The Moon no episódio sobre reviews.

  2. alwaysdsame says:

    Baixando! Vamos conferir na ida para a facu!

    Ouvi falar muito bem desse jogo, porém ainda não olhei nenhum gameplay, BFS será meu primeiro contato direto com o jogo, espero que depois desse programa fique realmente animado para jogar ele!

    • Ninja Inimigo says:

      E aí, rapá!? Acabou jogando o game?

      • alwaysdsame says:

        Fala Ninja! Eae como ta ?

        Fiquei com muita vontade mas infelizmente não estou conseguindo tempo nem para respirar!

        Momento atribulado na vida, TCC rolando e transição de um emprego para outro e alguns trancos na família. Mas sempre da um tempinho para ouvir BFS haha!
        Quem sabe ano que vêm se o destino calhar eu baixo ai no Rio para um Baixo Frente Pizza!

        Abraços!

  3. Ogro Himself says:

    Senhor da Armstrongidade

    uhauhauhauhahuauhauh

  4. eltonbm says:

    Uma boa escolha!

  5. Cavaleiro Kong says:

    Aeeeeee, finalmente. Muito boa escolha!

    Saiu rapido o cast! Pena que vou ter e esperar chegar em casa pra baixar. ='(

    • Cavaleiro Kong says:

      O Senhooooor da Eternidade participou!?

      Essa eu quero ver! Huahuahuahuauua…

  6. Strafer says:

    Galera, comecei a ouvir o cast, ainda não terminei, e tenho certeza que será incrivel, porque vocês são fodas e To the Moon é uma experiencia excepcional!
    Joguei o jogo depois da indicação do Ninja Inimigo no cast de jogos e arte, e me emocionei pra caramba com a experiencia, a jogabilidade não tem nada de marcante, mas que maneira de se contar uma história!
    Abraços e Black Onyx!

    Ps.: melhor conversa nonsense na leitura dos e-mails, destrinchando a profundidade da letra de "Só Love"!

  7. Ihhh essa discussão do que é um jogo vai longe. Esses conceitos são muito difíceis de definir, tipo "arte".
    Em geral eu tento ser o mais abrangente possível (no caso da arte acho que TUDO é arte, na verdade acho que ela ta nos olhos de quem vê e não de quem a faz).

    Então… no caso dos jogos acho que são qualquer forma de entretenimento em que há algum tipo de interação de duas vias entre o indivíduo e o objeto.

    Nesse caso, o To The Moon seria um jogo, sim, porque, apesar de você não ter escolhas que mudam a história (como em 99,99% de todos os jogos, se for pensar bem), maneira que você chega a esse final é sempre diferente cada vez que você joga. Ninguém nunca vai fazer exatamente o mesmo caminho, demorar exatamente o mesmo tempo pra zerar, conversar com os mesmos personagens, etc.

    • Filme = passivo
      Jogo = interativo

      É interessante observar aqueles videos do youtube em que você ia fazendo escolhas clicando pra redirecionar pra outro video, decidindo o rumo da história.
      Os caras pegaram uma parada passiva e tentaram deixá-la interativa. Ou seja…. é um jogo dentro do youtube.

      • Cres says:

        Caramba, não sabia que os "Jogos de youtube" tinham chegado nesse nível haha. Achei bem interessante essa gambiarra.

  8. Biostalker002 says:

    Ótimo tema, galera! Baixando…
    Quando joguei To The Moon me identifiquei bastante com a personagem que ficava fazendo os coelhinhos de papel (não vou spoilar o nome aqui). O jogo tem momentos muito emocionantes e lembro de momentos específicos principalmente por causa das músicas que tocaram nas respectivas situações.

  9. Ninja Inimigo!!! Não tente fingir que você não tem coração de manteiga! Huahuahuahuahua…
    Você só não chorou no fim de The Walking Dead porque tinha umas 20 pessoas te assistindo.

  10. Biostalker002 says:

    Desde quando o site tem moderação nos comentários?

  11. [SPOILERS]
    É até engraçado pra cacete quando ela se encontra com o Johnny pela primeira vez e ela fala "Você está no meu lugar!" Eu me lembrei do Sheldon na hora! Huahuahauhauhauahuhau…


    [SPOILERS]

  12. [SPOILERS]
    No fim das contas, acho que a culpa de tudo na vida do Johnny e da River é da mãe do Johnny.
    Ela passou por um trauma muito grande… ok. Agora, carregar o filho junto pro buraco é outra história.
    Que ela fosse resolver seu problema e entregasse o menino pra algum parente criar, ao invés de enfiar remédios na goela dele. Na verdade, acho, inclusive, que ela queria apagar a memória do Johnny não pra evitar o trauma dele, mas pra fazê-lo acreditar que ele era o Joey, porque era o filho de que ela mais gostava. Ou seja, o Johnny que se foda, ele pode morrer, o Joey, não.

    Ou seja, Johnny e River são vítimas.
    A River criou um laço muito forte com o Johnny no momento da Lua/coelho/faróis, isso a marcou muito. Quando o Johnny revelou que se aproximou dela porque queria se sentir diferente, e não por causa dela mesma, acho que o único parafuso que não tava solto na cabeça dela saiu voando. Aí, o resto da sua vida ela tenta fazer o Johnny se lembrar daquela memória da lua/coelho/faróis, ou seja, que o Johnny gosta dela por o que ela é, não só por uma questão de status. O problema é que, como ela tem a síndrome, não consegue se expressar claramente, então é uma escrava daquele comportamento compulsivo e sofre muito com isso.

    Sobre o Johnny, acho que aquele papo com o amigo de que vai se aproximar da River só por interesse de não ser só mais um é bem discutível. A River é a antítese dele, porque ela é diferente de todos e quer ser normal. Mas, ao mesmo tempo, os dois têm coisas em comum, porque enxergam diferentemente do resto das pessoas, vide a cena do coelho/lua/faróis. O Johnny realmente quer ser diferente, e não há problema nenhum nisso. Agora, se ele estava usando a River, ou não, quando se aproximou dela na adolescência é uma questão de interpretação pessoal.
    Aquele momento do coelho/lua/faróis marcou muito o Johnny também. Apesar de ele ficar perdido a vida inteira, quando a River morre (alguma coisa no seu cérebro liga) e a promessa de ir à lua emerge em sua mente, pois só depois da sua morte eles se separaram, e é lá na lua onde eles devem se reencontrar. Ou seja, essa memória não foi apagada pelos remédios e fica dormente até a sua velhice. Então, acho muito provável que o seu subconsciente o tenha influenciado em sua decisão de se aproximar da River.

    O mais interessante de se pensar sobre o jogo é que nós como jogadores/cientistas somos os mais oniscientes. A gente vai mais longe do que o Johnny, a River e qualquer outro personagem. É até meio triste de se pensar nisso, mas ninguém naquele jogo inteiro viveu sabendo o que realmente tava se passando em suas vidas. Só nós como jogadores (na pele dos cientistas) conseguimos juntar as peças desse complexo quebra-cabeças.

    Resumindo:
    To The Moon = FODA!

    [SPOILERS]

    • Chines Flamejante 69 says:

      Hum, sei lá acho meio complicado colocar toda culpa da parada na mãe do Johnny. Deu muito a entender na história que ela fez aquilo logo depois do acidente, quando ainda tava em choque, além do mais não tinha como ela realmente saber qual seria as consequências da atitude que ela tinha tomado.

      Na minha opinião, tudo o que ocorreu foi uma sequência de acontecimentos infelizes que ninguém realmente teve culpa. Não vou arriscar comentar muito mais sobre o jogo por que não ouvi o cast ainda, e pode ser que eu acabe sendo impertinente aqui, só gostaria de ressaltar que no resto eu concordo com seu comentário, Fred.

      • [SPOILER]
        Chinês, não concordo muito com isso, não.
        Desde antes do acidente, quando, teoricamente, ela é normal, da pra ver que ela claramente trata o Johnny de maneira diferente do Joey. O próprio Joey se mostra mais maduro do que a mãe!!

        Além disso, no casamento do Johnny (infinitos anos depois do acidente) ela continua chamando o Johnny de Joey (antes do acidente ela não fazia isso), e tratando-o como se fosse o Joey.

        A mulher já era meio louca antes e depois fica completamente maluca!

        Cara, o Brasil tem um caso muito semelhante, a Cristiane Torloni (atriz) matou o filho exatamente do mesmo jeito! Olha a mulher hoje em dia, ta bem famosa aí e depois de anos seguiu com a vida.

        Tipo, eu não quero negar que a dor do acidente deve ser inimaginável. Mas se a mãe do Johnny/Joey tivesse um mínimo de sanidade ela teria reconhecido que não tinha a mínima condição de criar o filho naquele momento e o teria entregado pra algum parente criar ou algo do tipo.
        Se ela tivesse feito isso tudo seria diferente na vida de todo mundo ali.

        [/SPOILERS]

  13. Concordo com o Ninja Inimigo sobre o esquema da música, acho que o autor realmente fez tudo pensando nisso, não foi de graça.
    É interessante a parte em que as crianças discutem e a menina fala pro menino ficar com a parte "chata" (repetitiva, duas notas).
    Eu entendi mais ou menos assim:
    Parte repetitiva: River com o comportamento mecânico
    Parte normal: Johnny (que teoricamente é normal)
    Aí quando toca as duas partes juntas a música se completa… eles são diferentesm, mas um precisa do outro.

  14. Danlost says:

    Tema igual o do PlayerSelect. Mas To The Moon nunca é demais, baixando ja!

  15. Chines Flamejante 69 says:

    Finalmente um bfs de um jogo indie digno!

  16. Emanuel, o Mano says:

    Sobre o questionamento final do Ilapso, acho que essa coisa de "até você iria" é bem questionável… Aliás, não dá pra dizer que é puro ego? Ouvi o programa de ontem para hoje, na volta do trampo, e nunca joguei "To the Moon", mas, por uma mera coincidência (?), na sexta-feira, antes do episódio sair, estava assistindo a "South Park".

    E era o muito conhecido episódio "Fishsticks", onde o Jimmy cria uma piada sobre "palitos de peixe" e rola toda a treta com o Kanye West. Esse último, inclusive, tem o mesmo problema que Cartman tem: um ego imenso. Afinal, o "gordo escroto" quer ter parte na criação da piada, pois acredita piamente que foi o "co-criador" da mesma.

    Ao longo da história, Cartman revê versões dessa participação dele no evento… E, cada vez, ele se torna mais fundamental para a criação da piada. O Kenny, certo momento, afirma: "Eu acredito que você acredita que criou a piada. Você tem um ego tão grande e deturpado que, na sua cabeça, se vê escrevendo a piada com o Jimmy!".

    E, como se percebe, o Cartman realmente faz isso. Mas todo mundo sabe que gente escrota tem uma grande ideia de si mesma – desculpa, Senhor da Eternidade! – e crê que o mundo funciona em sua função.

    Assim, para terminar, não é a mesma coisa que o protagonista de "To the Moon" faz? Mas inversamente? Afinal, como vocês mesmo falaram, ele não queria, tão somente e de forma egoísta, morrer em paz com ele mesmo? Só que, diferente de Eric Cartman, ele sabia o quão babaca foi e, nessa realidade, tinha como remediar… E, portanto, deu um agrado ao seu ego e reprimiu o remorso.

    Bom, é só uma piração minha… Mas realmente, no fim, acho que Johnny Wyles só é um escroto e covarde.

    Ou não.

    • mcsundaeguy says:

      Olá, Emanuel.
      Na minha opinião, o que faz um personagem ser engajante e verossímil numa narrativa repousa na forma que ele é escrito. e eu acredito que o Kan "Cangaceiro" Gao, autor da obra, tenha tido sucesso em fazer do Johnny um personagem empático.

      A narrativa é estruturada de tal forma que a sua empatia muda de personagem a cada cena; i.e. numa cena, você vê uma decisão não muito legal de uma personagem, para depois, com mais informações, entender a motivação pra tal decisão. (não que ela não seja egoísta ou omissiva, às vezes)

      No próprio texto do jogo, logo no começo, ele tem uma personagem questionando o quão egoísta o Johnny está sendo, sobre ele "achar que sabe o que é melhor para a vida dos outros" e "não respeitar a decisão da River". mas no mesmo jogo, mais tarde, é possível sentir empatia por ele, porque você descobrirá outras qualidades dele, e o que o fez ser o que é.

      Você está certo que o Johnny não é um bastião de inspiração para todos. ele é falho como todo ser humano, o que o faz crível. ele se arrepende de decisões que fez. e acredito que no final, mesmo tendo sua memória reescrita para realizar a sua fantasia, ele tem um tipo de redenção.
      Eu, pessoalmente, não gosto de personagens que não cometem erros. todo mundo faz coisas erradas e se arrepende (esse dilema é uma dos tópicos que o jogo aborda).

      Acredito que, às vezes, o mundo conspira para te levar ao erro. Que você não poderia possivelmente tomar uma decisão correta com as informações que tinha e a pessoa que é.
      Ver na ficção um mundo onde você sempre pode escolher a decisão certa de acordo com sua moral, com todas as informações em mãos, sempre me retira um pouco da experiência… não tem verossimilhança.

      Vale salientar também que "South Park" é uma comédia absurdista, e quase sempre suas descrições de personagens são demasiadamente exageradas para passar uma mensagem.

      Minha recomendação é que você realmente jogasse o "To the Moon", por causa da sua profundidade narrativa e dos seus personagens terrivelmente fortes. Não é todo dia que temos a oportunidade de jogar um jogo cuja história foge tanto do padrão que se consolidou pra esse tipo de coisa.

      • Emanuel, o Mano says:

        Olha, entendo perfeitamente seu ponto, mas ele não deixa de endossar o meu! Tudo que o cara fez foi pra redimir o erro dele PARA COM ELE MESMO! Tipo, a River – e sei lá quem mais – "morreu na merda", palavras do Ninja Inimigo, e nunca teve a chance, a despeito de sua condição, de perdoar ou não o Wyles.

        Por exemplo, se eu for na sua casa, dar um cagão na sua cama e você ficar bolado com isso, o que adianta eu criar um simulacro nostálgico de um momento ideal onde eu não faço isso ou, ainda melhor, faço e te peço desculpinhas semióticas?

        Dada as proporções, é a mesma coisa. E não há sacrifício ou esforço verdadeiro por essa "redenção". É tão vazio quanto um exemplo pessoal meu, que não mato um determinado tipo de criatura em djÓgos porque, quando tinha 11 anos, precisei matar uma de verdade. O que essa resolução tardia resolveu para a que eu tive que sacrificar?

        E dizer que South Park é "absurdista", beleza. Porém, não é tão simplista assim; conheço mais gente parecida com o Eric Cartman do que com qualquer "herói falho", infelizmente.

        Enfim. É só minha opinião fecal, de qualquer forma.

        • mcsundaeguy says:

          Tudo bem então, cara.
          Com meu comentário eu tinha o desejo de mostrar que o John, de fato, não é um personagem cartunesco e delirantemente egocêntrico e que o roteiro do jogo o dá qualidades o suficiente para você conseguir empatizar com a sua situação.

          Contudo, se a sua opinião é firme de que ele precisava compensar a River no tempo de vida dela, apesar das as complicações fora do alcance dos dois, você realmente vai ter problemas sérios para ter ele como o foco da história.
          Porque mesmo tentando, ele não consegue esse tipo de redenção em vida.

          Não obstante, o Cavaleiro Kong alguns comentários acima, disse:
          "O mais interessante de se pensar sobre o jogo é que nós como jogadores/cientistas somos os mais oniscientes. A gente vai mais longe do que o Johnny, a River e qualquer outro personagem.
          É até meio triste de se pensar nisso, mas ninguém naquele jogo inteiro viveu sabendo o que realmente tava se passando em suas vidas. Só nós como jogadores (na pele dos cientistas) conseguimos juntar as peças desse complexo quebra-cabeças."

          Isto é uma qualidade de tragédia dramática e nem todo mundo gosta desse tipo de história.
          Mas eu ainda insisto que, mesmo em detrimento disso, você pode apreciar o jogo, pois o John não é o único personagem que tem profundidade.

          Depois de refletir um pouco, acredito que, mesmo que você ache o John somente "um velho escroto que tá morrendo", isso não vai retirar todo o mérito do jogo.
          Pois, a Isabelle, a River e os dois doutores são personagens fortes e diferentes do John.

          Ou talvez você não vá gostar mesmo e essa discussão seja rigorosamente só mais um caso de preferência.
          Eu, por exemplo, acho "South Park" uma série "overrated" e exageradamente depreciativa. E mesmo que a ache engraçada, sempre levo as mensagens deles com um pé atrás, Imaginando se não estou me precipitando para julgar.

          • Emanuel, o Mano says:

            Ma' rapa'! Eu só citei o caso do Wyles e em resposta ao que Ilapso arguiu – e só porque achei uma pergunta válida. Sendo mais preciso, só acredito que, se alguém quer tomar uma atitude dessas, que faça ali, na batata, não às portas da morte…

            Ademais, eu nunca falei que o jogo era ruim. Pelo contrário: se levar só em conta a conversa do pessoal, no podcast, já achei um tanto melhor que a média. E, certamente, a River é uma boa personagem – ela é ruiva! E a referência a "South Park" foi só isso: uma referência. Se eu tivesse mais tempo e cérebro disponível, citaria "Inception" ou um filminho antigo do Kurosawa… Entendo seu ponto sobre a animação, mas o mundo de verdade é mais "aquilo" do que muitas outras coisas…

            Acho que isso tudo foi uma falha de comunicação, no fim. Vamos jogar Pokémon Stadium e ser amigos. 😀

          • [SPOILER]
            "se alguém quer tomar uma atitude dessas, que faça ali, na batata, não às portas da morte…"
            Cara, concordo com seu argumento, mas em relação ao Johnny eu não acredito que ele sejá válido.
            Como eu disse em um dos comentários acima, só quando a River morreu que um resquício de sua memória do primeiro encontro surgiu e ele soube que tinha que ir pra lua.
            Ele nunca disse que queria voltar no tempo pra consertar tudo, muito menos se redimir com qualquer pessoa… ele só queria ir pra Lua. Ele sabia por algum motivo que tinha que ir pra lá, mas não entendia o que isso significava.
            Ou seja, no fim das contas ele é só mais uma vítima da santa mãezinha querida dele. Hahahahaha…
            [/SPOILERS]

      • Emanuel, o Mano says:

        E eu ia dizer outra coisa, mas sou velho e amnésico… Enfim. Vou jogar se sortearem *e* eu ganhar. 😛

  17. DDD says:

    To the Moon *-*

  18. Escutei apenas a parte livre de spoilers e fiquei ainda mais pilhado de jogar esse jogo.
    Pelo tamanho dos comentários e a quantidade de respostas, parece que o jogo traz reflexões bem interessantes. Ou o podcast apresentou bons questionamentos.
    A discussão parece estar boa aí.
    Depois de jogar (em um futuro distante), volto aqui pra dar minha opinião também.

  19. […] EU GOSTO DE JÓGOS #125 – À LUA! […]

  20. Fedaykin says:

    Tomei coragem de comentar e também consegui ouvir antes de sair um novo!
    Comprei, joguei um pouco, percebi ser um jogo de uma sentada (Meio como Braid) e resolvi deixar para depois.
    Tenho um retardo com spoilers: Eles só me animam mais a jogar, ver ou ler, porque fico totalmente pilhado para saber como aquilo acontece. Foi assim com o Lords of Shadow, Deus Ex e alguns outros jogos.
    Na parte musical, como eu pude perceber, na real uma das versões complementa a outra, podendo ser tocadas juntas e mantendo o sentido. A intenção dessas músicas não é ser Background Music, já que a intenção das mesmas e, na real, não ser percebida, apenas acompanhar. Tenho outro retardo com isso que eu consigo ouvir tanto os barulhos ambientes quando as músicas e identifica-las, não atoa que gosto de comprar as edições com a OST (como fiz com To The Moon).
    Escrevo demais sempre, faz parte. Não sei se vai fazer alguma diferença, mas sou o Fedaykin do Level Mais (jabá gratuito).
    Abraços, seus lindos (Isso é viadagem adquirida de toda a equipe do L+, não liguem)

  21. Sputnik says:

    Fui praticamente obrigado a [fingir que tava estudando] jogar o game pra ouvir a discussão da zona de spoilers. PQP vocês viajam demais. Narrativa overpower! Mas concordo plenamente com tudo que foi dito e discutido. E depois de ouvir o podcast, é claro, tive que ir correndo no Pirate Bay baixar a trilha sonora avassalafoda do game. Cara, é inacreditável o talento desse cara. Enquanto jogava eu não parava de pensar no que ele seria capaz de fazer em uma indústria AAA coordenando uma equipe de profissionais especializados. Mal posso esperar pelo próximo game da série e o tal de FreeBird que tá em produção.

  22. Fabio says:

    Tenho q dar os parabéns por este episódio, sou mais um que não vai jogar o jogo pq, EU JÁ FIQUEI SABENDO DO JOGO TODO POR ESSE CAST PORRA.

    • Ninja Inimigo says:

      Mas nós colocamos um aviso no ponto do programa quando começamos e falar de spoilers! =(

  23. Finalmente joguei To the Moon e escutei o restante do podcast.
    O programa está excelente. Parabéns!
    Vocês exploraram muito bem os pontos fortes e fracos do jogo.
    Joguei de uma tacada só na última madrugada e, apesar de não chorar, fiquei bastante emocionado.
    Diferentemente da maioria, gostei do Dr. Neil Watts desde o começo. Achei o personagem bem engraçado e curti muito as referências à cultura pop nas falas dele (principalmente as relacionadas a famosos golpes de djógos e animes).
    Tirando isso e a viagem da trilha sonora (que, a propósito, faz muito sentido), minha opinião sobre o jogo é idêntica à do Ninja Inimigo. Não vou escrever um testamento aqui pra repetir tudo.

  24. Ednaldo says:

    Muito bom o game, fora os gráficos que poderiam ser melhores, a história é fantástica. Adorei o Cast.

  25. LicantropoFilantropo says:

    Brilho eterno é foda!
    Eu tinha comprado TO THE MOON nas promo da steam, mas não tinha jogado ainda. Ouvir o podcast me fez jogar. Joguei pé enfiado.
    Um detalhe é que estou passando por um dos piores períodos que tive até hoje e isso agravou muito a minha sensibilidade. Foi como estar na fossa e só ouvir musica triste.
    Só consigo usar uma palavra pra esse jogo: poesia.

    ============SPOILER=======================
    Quando a Doutora diz: "##### ele pode encontrar outra, mas ##### ele só tem um."
    Foi um soco na minha cara.

  26. E.N.D says:

    Jogo espetacular…
    e o cast no mesmo nível

Deixe seu recado

Powered by WordPress | Designed by: Free MMORPG Games | Thanks to Browser Games, Game Music and RPG Reviews


Konami Easter Egg by Adrian3.com



Konami Easter Egg by Adrian3.com