Eu Gosto de Jógos #128 – Eu penso em Narrativa!

EGJ128

EEEEEU GOSTO DE JÓÓÓÓÓÓGOS E… NARRATIVA! Quando eu penso em JÓGOS E DIVERSÃO, eu penso em histórias fantásticas e contos inesquecíveis! Por isso nessa semana Ninja Inimigo, Ilapso e Ludobardo unem seus poderes para falar da narrativa em jogos, narratologia, ludologia, a jornada do herói e como essa mídia avassaladora é tão poderosa e pode contar histórias excelentes!

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Links Linkados!
TED Ed – O que faz um herói, Matthew Winkler
Colossal Cave Adventure
Mystery House
Amazônia, jogo brasileiro de 1982, de Renato Degiovani
Binding of Isaac
Fatal Frame
Dear Esther
Casimiro de Abreu – Meus Oito Anos
Jogador de Mil Fases
Debate Jogador de Mil Fases – Ilapso só no DLC “Gerador de Energia Durante o Dilúvio From Hell”
Sidequest #28, The Walking Dead, no Fênix Down
Podcast de Tanguinha #94 – Ar Novinha, com Ilapso

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20 Comentários to “Eu Gosto de Jógos #128 – Eu penso em Narrativa!”

  1. Atmo says:

    Ludobardo… zzzzzzzzzzzzzzzzz

  2. Mateus Medeiros says:

    Fugindo totalmente do tema, essa é pro ilapso: no podcast de tanguinha faltou a marina tuy barbosa, que ta uma ruivinha espetacular hoje em dia, e que claro, eu iria fácil, alias iria facil em qualquer uma q voces falaram la, porque se ja aparenta ter 18 ou mais, é porque "ja guenta"(dependendo do caso claro, e levem isso com um pouco de sarcasmo nos seus coraçoes)
    Ahhh e sobre o podcast, otimo tema, no aguardo para o cast de mass effect. =]

    • Ilapso says:

      EXCELENTE lembrança! Pô, comenta lá no site dos caras!
      Quanto a Mass Effect… VAI SER, NÉ!

      • Mateus Medeiros says:

        Concerteza vai ser, selo BFS de qualidade, se precisarem de ajuda ae pro cast, de um ouvinte, de um fã(natico) pela série, mas que é consciente, só chamar, tamos ae!!

  3. Strafer says:

    WOOOWWWWWWW!

  4. Biostalker002 says:

    Caraca, será um cast na pegada do #009 sobre imersão?

  5. Eita! Não esperava por essa, muito boa a escolha do tema e excelente a participação do ilustre Ludobardo.

    Só pra completar:
    Cinematic do Wrath of the Lich King:

    Trailer do Dead Island:

  6. Sobre o esquema de Jogabilidade x História (estória)… eu dou muito valor pra história nos jogos, só que acho que a jogabilidade é mais determinante em relação ao jogo ser bom ou não.
    Basicamente, acho mais fácil uma jogabilidade ruim ferrar com um jogo do que uma história ruim.

    Os jogos mais antigos ilustram bem isso: os que tem uma história boa e uma jogabilidade ruim, a maioria das pessoas temmais dificuldade jogar atualmente; por outro lado, os jogos com história ruim e jogabilidade boa, em geral, sobreviveram ao teste do tempo e nós os jogamos até hoje!

    O fato de história ruim poder ser pior do que a "ausência de história" é bem relevante também, vide DKC e Mario.

    É claro que um equilíbrio é fundamental. Mas acho que o mais importante mesmo é o jogo ser bom naquilo que ele se propõe a fazer.
    O To the Moon focou bem mais na história, e executou isso de maneira esplêndida. Ele ter feito tanto sucesso como foi mostra que, nesse caso, a jogabilidade não importava muito (porque não era o foco do Cangaceiro).

  7. Realmente, o Ludobardo fala rápido naturalmente, em inglês é mais rápido ainda! Huahauhauahuhau…

  8. Ae Ilapso, sobre o seu exemplo da jornada do herói como a ida e volta de um soldado da guerra só digo uma coisa…. John Rambo!!

  9. A música do Journey realmente é de arrepiar, mandaram bem!

    É isso ae, o cast ficou muito foda, parabéns novamente.

  10. Shin says:

    Fala galera!
    Obrigado por lerem meu email! E aí, já compraram o passe da Bebs para leitura dos emails!?
    Ri demais sobre o achievement de namorado do ano. Que orgulho da minha namorada que joga Silent Hill quando nem eu arrisco jogar. Hahaha.
    Excelente idéia essa sobre discutir notícias, Ilapso. Às vezes ouvindo o cast vocês comentam algumas e dá muita vontade de dizer algo a respeito mas por um email ou comentário acaba ficando passado e perde a relevância. Eu me candidato a participar poxa, porque não. 🙂
    Journey muito bem lembrado, esse jogo é daqueles que mexe com quem joga, desde que você esteja aberto para a experiência que ele pode te proporcionar. Daria pra escrever um texto enorme sobre quando eu joguei Journey, e provavelmente a minha experiência foi diferente de um monte de gente.
    Cara, o Ludobardo fala rápido e com umas pausas que parece que tem uns 3 Ludobardos falando de cada vez, um completando a fase do outro.
    Concordo que o foco de Mass Effect foi o 'miolo' do jogo e não o final, mas o final foi decepcionante justamente por que você fez todas as escolhas, esperando que elas fizessem alguma influência no final, o que não aconteceu, como o Ilapso disse. É como se tudo o que você escolheu antes não fizesse diferença nenhuma e na prática não fez mesmo…
    Spec Ops tem uma história muito boa e que abre interpretação para várias explicações. O jogo também oferece várias escolhas ao jogador, porém diferente de Mass Effect, não são opções que você escolhe num menu, e sim ações que você toma na hora, como por exemplo, atirar em determinado personagem ou simplesmente seguir em frente, andando, algumas escolhas inclusive impactam diretamente o final que você terá. É um jogo que começa como um shooter genérico, mas que depois de alguns acontecimentos vai ficando com a narrativa cada vez mais pesada, isso é notável no comportamento dos personagens e o rumo que o jogo segue. Tem até um plot twist meio Clube da Luta. Pra quem tem PS Plus, corre lá que o jogo tá de graça esse mês.
    Fico por aqui, excelente podcast, abraços pra todo mundo.

  11. Harukiii says:

    finalmente um cast que pareça interessante, irei ouvi-lo agora abrçz

  12. Ótimo tema. A discussão ficou muito boa.
    Sempre gostei de cinema e sou viciado em livros. No entanto, durante muitos anos, valorizei muito mais a jogabilidade do que a história nos jogos. Com as limitações técnicas da época de 8 e 16 bits era tão incomum ver jogos tentando contar boas histórias que eu nem considerava a possibilidade de eles serem uma boa mídia para isso.
    Só quando joguei Chrono Trigger percebi que era possível usar videogames pra contar histórias tão detalhadas quanto as dos livros e filmes. Vi que era possível ter personagens com objetivos e motivações próprios e que não era difícil me identificar com muitos deles.
    Quando me senti fazendo parte da história, vi o real potencial de storytelling dos games.
    Hoje aprecio muito mais uma excelente história do que uma boa jogabilidade ou uma mecânica inovadora.

  13. Peixeirachim says:

    Excelente tema e cast.
    Obviamente aprecio uma boa história, e gosto quando esse quesito não é negligenciado na produção de um jogo, porém, atualmente valorizo mais a jogabilidade devido a alguns fatores:

    1- Existem diversas outras mídias que suprem a minha necessidade de histórias, sendo cinema e literatura as minhas preferidas. Contudo, só jogos suprem meu anseio de jogar.

    2- Consigo ir com empolgação até o final de um jogo que tenha excelente mecânica mas história fraca. Já um jogo com excelente história e mecânica ruim, levo até o final na base do esforço.

    3- Um jogo sem história ainda é um jogo. Uma história sem jogabilidade, é qualquer outra forma de contar história. Obviamente a questão não é tão simples, mas o pensamento inicial é mais ou menos esse.

    Tem muitos jogos que considero excelentes, mas a história não é grande coisa ou eu simplesmente a ignorava. Até ouvir os casts de Megaman, eu não fazia idéia da história do jogo, e ainda assim é uma das minhas séries preferidas. Toda parte do jogo que tinha texto eu simplesmente passava direto.

    Talvez o fato de eu começar a gostar mais de jogos como FPS, corrida, tower defense e outros,me levaram a dar mais valor a mecânica. Antigamente quando minha preferência eram JRPGs, eu queria saber era da história, sendo jogabilidade apenas um quesito comumente usado nos reviews de jogos em revistas.

    Caraca, acho que nunca repeti tanto as palavra história e jogabilidade num mesmo texto. Vocabulário limitado é uma merda.

  14. Harukiii says:

    Cast ficou muito bom, façam mais casts deste tipo quando possivel, e chamen mais o ludobardo

  15. perola says:

    nossa q cada jogo rruim caraca

  16. link web site…

    Eu Gosto de Jógos #128 – Eu penso em Narrativa! | Baixo Frente Soco…

  17. LicantroFilantropo says:

    Uma intersecção que eu gostaria de acrescentar aos pontos de vista apresentados diz respeito àqueles momentos que todos que jogam há muito tempo passaram que é de você ficar tão imerso no jogo que vê coisas que na realidade não lhe são mostradas, abrindo discussões com seus amigos do tipo:
    "e aquela hora que Fulaninho briga com o pai dele…"
    "pai dele? Quem?"
    "é, o Sicrano"
    Até que seu amigo diz que não é falando que os caras são pai e filho em momento algum e você finalmente percebe que você deduziu aquilo e realmente nunca foi dito.
    A descrição que vocês deram de Dear Sther me lembrou a Parábola de Andy.
    O lance da profundidade me lembrou de jogos como dead space. Conheço muita gente que joga um game de tiro desde o primeiro, já eu gosto de me aprofundar. Ouvi, assisti e li tudo que o game me disponibilizou, chegando ao ponto de decifrar aquele alfabeto e ler todas as inscrições que encontrei. Lá para as tantas eu já lia direto sem consultar as anotações.

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