Eu Gosto de JÓgos #36 – Um Notebook Na Mão E Uma Idéia (e muita dor) Na Cabeça!

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Eu Gosto de JÓÓÓÓgos e diversão!!! Independência ou morte!!! Nessa semana nós vamos lutar pela criação de nossos jogos sem o apoio das grandes publicadoras do mundo dos games! Para isso, reunimos uma super equipe com  o Ninja Inimigo, Ilapso, Mestre Splinter, Senhor da Eternidade, Cale Logan e Killer Asus, de forma a bater um papo muito maneiro sobre essa coisa que está se tornando muito popular, chamada “Jogos Indies”!
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25 Comentários to “Eu Gosto de JÓgos #36 – Um Notebook Na Mão E Uma Idéia (e muita dor) Na Cabeça!”

  1. ovinilima says:

    Caraca, tema muito bom!

    Vou ouvir hoje a noite na volta pra casa!

    8D

  2. Krusher says:

    Tema foda e triste estou por não ter participado. Ouvirei o mais rápido possível.

  3. ZackMalvado says:

    Excelente tema. Pequenos jogos, grades negócios. Braid na veia.

  4. Krusher says:

    Ninja Inimigo,

    Desde o primeiro podcast eu me identifiquei com a sua pessoa. Você curte Kingdom Hearts e é fã da Nintendo. Um cara esperto, sem dúvida. Entretanto, nessa edição você me decepcionou bastante, meu caro. Por favor, para o bem da nossa sanidade mental, não fale mais coisas como "antigamente era mais fácil fazer jogos". É triste ouvir isso de você, cara. Triste mesmo.

    Dito isto, foi um excelente programa. Adoraria ouvir uma descrição mais detalhada de como foi feito o jogo independente do Cale Logan e do Killer Asus, parece ter sido uma experiência divertidíssima.

    A escolha da trilha sonora de Super Meat Boy pro podcast foi uma ótima escolha, as músicas do jogo são incrivilmente viciantes!

    E preciso terminar BRAID. Faltam 4 peças. =(

    • Caro Krusher, gostaria de explicar como eu estava certo e que como eu estava com pouco tempo para editar, nao quis extender o assunto:

      No cenário principal, fora dos jogos indies, é ÓBVIO que os jogos ficaram muito mais complexos e caros. A cada ano que passa, o preço sobe mais e mais (assim como os lucros): "The average price of game production slowly rose from US$1M-4M in 2000 to over 5M in 2006 to over 20M in 2010. Nowadays, an average development budget for a multiplatform game is US$18-28M, with high-profile games often exceeding more than $40M."

      Antes de mais nada, fazer "qualquer merda" não é um jogo. Vc pode falar que qualquer zé mané pega um rpg maker e faz um jogo. Mas se o cara resolver fazer um jogo que algum outro ser humano vai ter vontade de jogar, ele vai gastar bastante tempo fazendo, e vai dar trabalho. TEMPO É DINHEIRO. TEMPO É CUSTO, E CUSTA CARO. Eu usei RPG Maker por quase um ano fazendo um jogo totalmente de brinks, chamado Fantasia Final. Deu MUITO trabalho e no final o jogo fico uma bostinha, hahaha! Tem q ser um jogo legal. Pitfall era um jogo simples e muito legal na época que foi feito, desenvolvido por um cara somente: "I sat down with a blank sheet of paper and drew a stick figure in the center. I said, “Okay, I have a little running man and let's put him on a path [two more lines drawn on the paper]. Where is the path? Let's put it in a jungle [draw some trees]. Why is he running [draw treasures to collect, enemies to avoid, etc.]?” And Pitfall! was born. This entire process took about ten minutes. About 1,000 hours of programming later, the game was complete." – Se ele não exagerou nas 1000 horas de programação, isso dão 4 meses de turno de 8 horas de trabalho. Repare que todo o tempo envolvendo level design, character design, plot e etc foi de dez minutos. O resto foi de programação. Programação de um cara sozinho.

      Você percebe que eu estou falando de blockbusters? Esse foi o grande nome de videogames da Activision na época, marcou gerações e foi feito por um único cara. Repare que o cara não era independente, tinha a Activision junto dele, e fez o jogo sozinho. Nessa época, o desenvolvedor independente (se é q vc pode chamar isso naquela época) fazia coisas extremamente simples. Um amigo do meu pai fez Tic Tac Toe pra MSX quando eu era criança. Não imagino que ele tenha gasto o salário dele… Esse jogo era chato pros padrões da época, assim como Pitfall é chato pros padrões de hoje em dia. ASSIM, eu comparo pitfall e seu desenvolvimento com os grandes blockbusters de hoje como Killzone 2 (que custou 45 milhões de dólares). Hoje em dia você pode, a zero custo, começar um jogo na sua casa de brinks agora mesmo, se quiser. Mas vai ficar bom? Vamos partir da idéia que dificuldade n é só financeira: Vc precisa muitas vezes de boas idéias e de tempo. Hoje em dia as pessoas não se impressionam com qualquer coisinha… O desenvolvedor indie tem que quebrar sério a cabeça pra fazer algo bom: "However, as technology advanced, requirements and high user expectations made indie gaming less prominent. Modern video games exceeded the ability of a single developer to produce."

      Há muito tempo, existiam diversos fatores que não eram tão importantes em um jogo assim. Pensa nas limitações técnicas: "In the early era of home computers and video game consoles in the early 1980s, a single programmer could handle almost all the tasks of developing a game — programming, graphical design, sound effects, etc". Concordo com o Ilapso se ele se referir aos anos 70, onde os primeiros games estavam sendo feitos e coisas como Pong e Computer Space estavam sendo criadas. Os caras estavam pisando em um terreno completamente novo! Mas, diferente do que o Ilapso falou, nos anos 80 houve o barateamento dos Computadores Pessoais que possibilitava diversas pessoas experimentarem esse novo mundo virtual e, dessa forma, surgiram diversas pessoas interessadas na programação (convenhamos que não tinha TAAAANTA coisa pra fazer no pc naquela época). O que vocês confundiram não foi a facilidade de realização, mas sim a facilidade de acesso à informação. Hoje em dia vc tem a internet e é muito fácil aprender as coisas, mas naquela época surgiram muitas pessoas interessadas nesse aspecto e começaram e se reunir para discutir e desenvolver!

      Eu concordo que hoje em dia existem diversas ferramentas que facilitam MUITO o processo de criação de um jogo, mas não é qualquer um que faz um jogo! Naquela época, qualquer jogo que vc fazia já tava valendo! Assim, ficava tudo igual! Hoje em dia o consumidor é EXTREMAMENTE exigente. Não sei dizer se um jogo como Pitfall teria chance nos dias de hoje (mesmo feito no Unity com gráficos melhorados). Então, além disso, vc tem que ter criatividade e boas idéias (que já tornam o desenvolvimento de um jogo BEM mais difícil). "At that time, the industry did not see huge innovation in game design and large number of consoles had very similar games."

      Krusher, assim como não levei seu comentário pro lado ofensivo, não me leve a mal… Óbvio que eu sei que qq zé mané faz de graça um jogo no RPG Maker, MUGEN, Game Maker, e outras ferramentas mais. Agora, vc vai considerar qualquer merda um jogo?

      Tenho mais argumentos, mas o saco de escrever acabou. Se quiser continuar a discussão posta aqui que eu te mostro uns outros fatos…

  5. Krusher says:

    Ah, Cale Logan, se tiver o link daquele vídeo dos 150 jogos indies em 10 minutos posta aqui.

  6. LudoBardo says:

    CARAAAACA! BANANIXO JUNTO COM OS OUTROS INDIES! IRADO! ;D

    Na boa, é uma honra ver o nosso mascote junto com os outros personagens!

    @Krusher:

    Se te interessar, eu e o KillerAsus fizemos Postmortems das nossas atuações no desenvolvimento do YAT (You Are Trash!).

    Talvez te divirita/interesse: http://vagrantbard.com/2010/09/09/you-are-trash-l…

    Quanto ao vídeo dos jogos indie, eu errei. São 235 :)

    Divirta-se (e curta a excelente trilha sonora): http://www.youtube.com/watch?v=EO7cVIk8CmY

  7. WildWizard says:

    Eu estou atualmente trabalhando em uma empresa de jogos, Loopix… Espero que logo vcs ouçam falar bem dela.

    Quanto ao que o Ninja Inimigo falou, acho bem relativo… Hj em dia vc tem acesso a muita informação, mas também muito mais elementos, e complexidades que vc pode(ou deve) enfiar nos seus jogos que os torna mais difíceis de se produzir.

    Quanto ao Minecraft, o povo aqui do trabalho joga em rede, e tem até PvP… eles vivem sim em "sociedade".

    Ah, eu gostava de um jogo indie que chamava Alien Hominid… muito bom!!!

  8. Olá galera, tava escutando um pouco atrasado os podcasts então tinha ficado um tempo sem comentar só que agora já estou em dia novamente.

    Eu já tinha comentado que não conseguia distinguir as vozes do Mestre Splinter e do Senhor da Eternidade (aparentemente um problema de diversas pessoas), mas já faz um tempo que não venho tendo mais essa dificuldade e hoje me considero uma pessoa curada. (Sou foda!)

    Mas também depois de mais de 30 podcasts… hahahaha.

    Aí vai um video do jogo Try Not To Fart que o Cale Logan tinha falado.
    http://www.g4tv.com/videos/47346/try-not-to-fart-…

    Eu gosto bastante de jogos independentes mas não tenho muita paciência não, principalmente porque tem muita porcaria por aí.

    Mas às vezes eu fico muito viciado em algum jogo em flash, e aí fudeu… "perco" horas jogando.

  9. Senhor da Eternidade says:

    Alien Homnid é muito bom! Se eu não me engano é dos mesmos criadores do Castle Crashers.

  10. Artemis says:

    Porra!! Aquele céu aquarelado do Braid te incentiva a jogar mais, não me fale mal do visual daquela porra!! Talvez o Tom e os hamburguinhos não sejam muito bonitos e complexos, mas o cenário é todo bonito.

  11. Artemis says:

    A música tema de Portal é foda demais e eu joguei a DEMO do jogo e estou louco pra jogar mais dele, aaaaaah /o

  12. @ WildWizard:

    Conheço a Loopix, sim! Manda um beijo pra Sabrina!

    Agora…dessa parte de "PvP" em Minecraft eu não sabia mesmo! Ainda não consegui arrumar paciência (e tempo) para me arriscar novamente no Minecraft, mas eu reconheço que ele conta com uma estrutura muito aberta e criativa.

    @ Cavaleiro Kong:

    Parabéns, cara! Até hoje eu não consigo diferenciar a voz deles! :)

    @ Senhor da Eternidade:

    É isso mesmo! Alien Hominid é da Behemoth que é a desenvolvedora do Castle Crashers…mas mesmo adorando Castle Crashers eu acho Homind uma bosta.

    @ Todos:

    Já que estamos falando sobre jogos indies, vocês precisam curtir GIRP!
    http://www.foddy.net/GIRP.html

    e escutar 8 bit Bizarre Love Triangle: http://www.chipocrite.com/sites/default/files/biz…

  13. Krusher says:

    Eu posto as coisas nesse site e não aparece. Fico puto com isso, hein.

    Enfim, Ninja Inimigo, eu tinha dito ontem depois de ver o seu post que não era mesmo para levar na ofensa, porque não foi essa minha intenção. Só escrevi o post dessa forma pra brincar.

    E podemos conversar mais sobre isso mesmo, mas acho injusto compararmos a produção de games há 30 anos atrás com a atual. É uma época completamente diferente. Por mais que compararmos diversos fatores ainda teremos que levar em consideração a cultura da época, tecnologias, o que as pessoas esperavam de um jogo, esse tipo de coisa.

    • Cavaleiro Kong says:

      Acho que o que o Ninja Inimigo quis dizer foi que antigamente, como a indústria dos video-games ainda não era bem desenvolvida e havia uma grande limitação tecnológica, os produtores tinham muito pouco com o que trabalhar nos seus jogos.

      Então, um ou dois carinhas com um pouco de tempo e dinheiro conseguiam fazer um jogo inteiro e de boa qualidade no porão de casa. (Até porque Porque o padrão da época era baixo.)

      Já hoje em dia, devido a um maior acesso à tecnologia é muito mais fácil fazer jogo simples. Por outro lado, para desenvolver um jogo de qualidade são necessários uma tonelada de recursos e muitos trabalhadores especializados em diversas áreas distintas.

      • Krusher says:

        Tudo bem, mas acho que hoje em dia o que necessita de recursos e muitos trabalhadores especializados é para fazer algo graficamente impressionante. Só pra não citar Braid novamente, eu me divirto MUITO com VVVVVV e Osmos, que não tem nada de impressionante graficamente, mas são originais e divertidos o que, para mim, é significado de um jogo de qualidade.

  14. LudoBardo says:

    @ Krusher: Caraca! Que esculacho. Aconteceu a mesma coisa comigo.

    Eu preparei um comentário e postei. Quando voltei agora percebi que ele nunca tinha ido pro ar. Site sabotador =P

    Enfim, vamos lá novamente…

    @WildWizard: Conheço a Loopix, sim! Manda beijo pra Sabrina Carmona e mande um jogo para nós! =P

    Muito legal vocês jogarem MinceCraft em PvP! O jogo ainda não me interessa, mas reconheço o seu potencial. Só preciso de paciência e tempo, mas não to afim de investir TANTO tempo em apenas um jogo.

    @Cavaleiro Kong: Até hoje eu tenho dificuldade em diferenciar a voz de um para o outro, mas esqueça isso e jogue "Try not to Fart". É mt engraçado! :)

    @Senhor da Eternidade: É, o Castle Crashers é da Behemoth, mesmos desenvolvedores do Alien Hominid. Mas eu sempre achei o Hominid uma bosta.

    @TODOS:

    Escutem 8 Bit Bizarre Love Triangle! http://www.chipocrite.com/sites/default/files/biz…

    • Hannya says:

      FODA a música!

    • Krusher says:

      Pô, Cale Logan, essa também é composição sua? Ficou foda DEMAIS!

      Que bom saber que mais alguém sofre com o site sabotando suas mensagens.

      E eu esqueci de comentar, porque queria deixar isso pra falar ao vivo em um podcast, mas eu descobri uma forma simples de diferenciar as vozes do Senhor da Eternidade e do Mestre Splinter. Aí vai a dica:

      Mestre Splinter: voz normal

      Senhor da Eternidade: voz de criança

  15. [...] Eu e o Arthur participamos do Baixo Frente Soco de jogos indepentes. Ouçam o podcast e curtam a montagem feita por eles com o Bananixo e personagens famosos de jogos [...]

  16. [...] Escute e acompanhe o Baixo Frente Soco aqui. [...]

  17. Gabriel Onasses says:

    Maratona de comentários:

    Cara as vezes quando estamos muito focados em jogos hardcore é legal dar uma parada e joga rum game Inde, gosto deles pois me fazem relembrar da época do snes, como hoje os produtores buscam um potencial gráfico cada vez maior, é bom ver que temos jogos Indies legais no mercado.

  18. Licantropo Filantrop says:

    Sob o ponto de vista de jogabilidade, cenário, etc… portal é um jogo bom, quando você adiciona a glados, o roteiro e o humor (texto) você torna ele avassalador. Apesar da paixão do universo por minecraft por exemplo eu nunca achei grandes coisas, como eu imagino que eu me sentiria se Portal se tratasse apenas de portais, o conjunto é que o torna um dos melhores jogos dos ultimos tempos.

    Na minha opinião de merda nós vivemos na época "topo da onda" dos games. Devido à combinação entre o nivel de tecnologia, situação economica, acessabilidade de processos de criação de distribuição nos é permitido ter jogos como mass effect, shadow of the colossus, heavy rain e por outro lado tenhamos braid, limbo e minecraft. Temos jogos extremamente complexos, com gráficos descomunais e temos jogos simples que nos prendem e nos divertem por dias. Apesar de acreditar que temos muita sorte por sermos gamers e vivermos nos dias de hoje, temo apenas o fato que toda onda vem e vai. Espero que possamos ficar nesse cut back por mais uns 40 anos!!! kkkkkkkkkkk!!

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